terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
amor.
O amor. Forma abstrata de desejar alguém, de admirá-la e acreditar que o vínculo que une vocês jamais será destruído. Algo tão estúpido de ser descrito, mas tão bom de ser sentido. Sentimento que foge de qualquer padrão imposto, não aceita barreiras, e os limites são ignorados. Jamais conseguirão descrever essa maravilha de forma correta, de forma que deixe explícita a dor, os riscos, os efeitos. Sentimento que te deixa negligente, incapacitado e abençoado. Só quem ama é que entende o verdadeiro significado da vida, a melhor forma de viver... Tudo isso, porque quando se ama, se decepciona, se fere, se machuca, se erra, se aprende. O amor pode ser ingrato, corroer seu coração, explodir sua cabeça e comandar sua mente... Mas nada disso nos impede de amar. Existem vários tipos de amores... O inibido, o fraterno, o secreto, o possessivo, o platônico, o materno, o paterno, o ingrato, o correspondido.
O amor. Causador de dores insuportáveis, de alegria contagiante, de sensações que te fazem perder do ar até os sentidos. Algo tão difícil de ser compreendido, tão gostoso de ser sentido. Algo que pode acabar e caso isso ocorra, causa nostalgia... De um amor que se foi, mas não sem deixar lembranças. Lembranças que você levará para o resto de sua vida, que você compartilhará com seus filhos e amigos, que você dará de exemplo e que você levará para sempre como uma experiência essencial para o seu desenvolvimento e amadurecimento. Porque como dizem, você aprende muito mais por experiência própria. Experiência de dor, de humilhação, de tristeza, de feridas que te fizeram perceber que só sofrendo é que se aprende. Só se amando é que se aprende.
{adaptado}
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